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IMPOSTO DE RENDA 2015



21/01/2015


Governo vai propor ‘alternativa’ a reajuste na tabela do IR 

Congresso aprovou reajuste em 6,5%, mas Dilma vetou texto. Presidente disse que ‘compromisso’ do governo é com 4,5%. 10.03.2015 Filipe Matoso Após participar de reunião com a presidente Dilma Rousseff e senadores da base aliada, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, afirmou nesta segunda-feira (9) que o governo vai propor ao Congresso Nacional “alternativa” ao reajuste da tabela do Imposto de Renda. Ele, porém, não quis detalhar o que será feito. No início do ano, o Legislativo aprovou o reajuste em 6,5%, mas a presidente Dilma vetou o texto. Em fevereiro, após participar de cerimônia no Palácio do Planalto, ela afirmou que o “compromisso” do governo é com o reajuste em 4,5%, pois o percentual aprovado no Congresso “não cabe no orçamento”. “O mais importante da reunião que eu posso trazer é que houve entendimento de que vai ser construída proposta alternativa para a questão do Imposto de Renda. Essa proposta vai ser discutida, não está confirmada. Será discutida com os presidentes da Câmara e do Senado. Amanhã [terça, 10], tenho uma reunião com os líderes da base na Câmara e a ideia é discutir uma alternativa para a questão do Imposto de Renda”, afirmou Pepe Vargas. Veto do reajuste da tabela Nesta quarta-feira (11), está prevista uma sessão do Congresso Nacional destinada à análise dos vetos presidenciais, inclusive um relacionado ao projeto que faz o reajuste da tabela do Imposto de Renda. “Então, teremos amanhã ao longo do dia um diálogo ampliado”, disse o ministro. Ao anunciar a decisão do governo de enviar proposta ao Congresso Nacional, Pepe Vargas assegurou que procurará os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além dos líderes, para chegar a um entendimento. Ele admitiu que, se for necessário, a presidente Dilma também os procurará. “O objetivo é que essa proposta [que o governo apresentará] seja construída no diálogo, a questão central é essa. O Congresso Nacional colocou, os senadores e os deputados colocaram isso. O governo está assumindo aqui o compromisso de construir um método de diálogo que construirá uma alternativa à questão do Imposto de Renda”, afirmou. Sobre a proposta ficar entre 4,5% e 6,5%, Pepe Vargas voltou a dizer que consultará Renan e Cunha para negociar o percentual de consenso do governo e do Congresso. “A proposta que será negociada implica em uma tentativa de encontrar algo que faça essa mediação. Eu não vou dizer o que é a proposta, porque ela ainda está sendo construída e a ideia é que os presidentes da Câmara e do Senado sejam ouvidos”, concluiu.

Fonte: G1

A MP 644/14 alterou a Lei nº 11.482/2007 para estabelecer novos valores da tabela de cálculo do Imposto de Renda na Fonte Pessoa Física que entrou em vigor a partir de 1o de janeiro de 2015.

O Imposto de Renda incidente sobre todos os rendimentos de Pessoas Física tais como: SALARIOS,PROLABORE/LOCAÇÕES/INSS(APOSENTADO/PENSIONISTA)ALUGUÉIS/RECEITAS E RENDIMENTOS NÃO ASSALARIADOS DE FRETES, HONORÁRIOS/AUTÔNOMOS/TRANSPORTE/ARRENDAMENTO/SERVIÇOS GERAIS, DENTRE OUTROS, serão calculados  de acordo com as alíquotas da seguinte tabela progressiva, mensal, a saber:

 

TABELA PROGRESSIVA MENSAL A PARTIR DE JANEIRO/2015

BASE DE CÁLCULO MENSAL

ALÍQUOTA

PARCELA A DEDUZIR

 Até R$ 1.868.22

ISENTO

 R$  0,00

De R$ 1.868,23  ate  R$ 2.799,86

7,50%

R$ 140,12

 De R$ 2.799,87  ate  R$ 3.733,19

15,00%

R$ 350,11

De R$  3.733,20  ate R$ 4.664,68

22,50%

R$ 630,10

 Acima de R$  4.664,68

27,50%

R$ 863,33

 DEDUÇÕES ADMITIDAS

a) a quantia de R$ 187,80  por dependente;

b) parcela isenta de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, até a quantia de R$ 1.868,22 por mês, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 anos de idade;

c) as importâncias pagas em dinheiro, a título de alimentos ou pensões, em cumprimento de acordo ou decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais;

d) as contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados e do Distrito Federal e dos Municípios;

e) as contribuições para as entidades de Previdência Privada, domiciliadas no País, cujo ônus tenha sido do contribuinte, destinadas a custear benefícios complementares aos da Previdência Social, no caso de trabalhador com vínculo empregatício, de administradores, aposentados e pensionistas.

 

 

Sendo só para o momento, ALERTAMOS para os novos valores de descontos a serem efetuados nos pagamentos a partir de 01/01/2015, e estamos a disposição para os demais esclarecimentos que se fizerem necessários. 

 Atenciosamente,




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